Oi gente, tudo bem?
Quase quatro meses se passaram desde a última vez em que estive aqui. Quis muito "vir" antes, explicar a ausência [quis até pedir colo], mas não deu. Perdi meu pai no dia 17/02 e... nada do que eu escrever aqui vai traduzir a dor dessa ausência.
Não me impus prazos, metas... só me respeitei. Respeitei a minha falta de vontade, o período do luto, respeitei minha tristeza e não me forcei a nada.
Nesses últimos 4 meses ficou muito claro para mim que nenhum clichê é redundante demais quando se tenta explicar a ausência de alguém que não vai mais voltar... não porque não queira. Mas porque não pode.
Queria voltar quando eu me sentisse suficientemente tranquila para tocar no assunto, sem me emocionar demais e cá estou hoje: saudosa da minha cozinha, das descobertas. Existe tanta coisa a ser celebrada, a vida continua e a saudade - assim espero - haverá de ser um sentimento mais gostoso.
Vamos seguir em frente. Há muito chão, o tempo urge. Junho chegou e com ele, noites mais estreladas.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Fondue de chocolate
O que dar de presente para uma criatura absolutamente apaixonada por chocolate?
Fondue de chocolate, certo?
A receita é facílima de fazer.
Você vai precisar de:
- frutas (recomendo kiwi, morango, cerejas, uva e damasco. Banana é uma boa, também)
- 400 gramas de chocolate em barra (eu usei ao leite, porque o aniversariante do dia não gosta
de meio amargo)

Modus Operandi:
FRUTAS
Lave todas e seque bem. Você pode simplesmente dispor todas em uma travessa, mas como
meu destino era uma festa de aniversário, decidi fazer sticks com as frutas. Com os espetinhos prontos, leve à geladeira até o momento de servir.

CHOCOLATE:

Pique o chocolate e leve à panela de fondue. Eu usei o Banho-Maria para derreter. Com o auxílio de uma colher de pau, vá mexendo até derreter totalmente, de maneira homogênea. Nesta etapa foram derretidos 300 gr. Tirei do banho-Maria e juntei os 100 gramas (picados) ao fondue. Esse processo chama-se de "temperar o chocolate".

Fondue pronto. Há quem junte um pouco de creme de leite e conhaque, eu dispenso - endurece o chocolate.

Monte o fondue e mantenha quentinho, em fogo baixo. Sirva com os palitos de frutas.
Facinho, né?
Fondue de chocolate, certo?
A receita é facílima de fazer.
Você vai precisar de:
- frutas (recomendo kiwi, morango, cerejas, uva e damasco. Banana é uma boa, também)
- 400 gramas de chocolate em barra (eu usei ao leite, porque o aniversariante do dia não gosta
de meio amargo)
Modus Operandi:
FRUTAS
Lave todas e seque bem. Você pode simplesmente dispor todas em uma travessa, mas como
meu destino era uma festa de aniversário, decidi fazer sticks com as frutas. Com os espetinhos prontos, leve à geladeira até o momento de servir.
CHOCOLATE:
Pique o chocolate e leve à panela de fondue. Eu usei o Banho-Maria para derreter. Com o auxílio de uma colher de pau, vá mexendo até derreter totalmente, de maneira homogênea. Nesta etapa foram derretidos 300 gr. Tirei do banho-Maria e juntei os 100 gramas (picados) ao fondue. Esse processo chama-se de "temperar o chocolate".
Fondue pronto. Há quem junte um pouco de creme de leite e conhaque, eu dispenso - endurece o chocolate.
Monte o fondue e mantenha quentinho, em fogo baixo. Sirva com os palitos de frutas.
Facinho, né?
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Carpaccio: do tradicional ao inusitado
Na meu passeio (virtual) diário por blogs e colunas especializadas em culinária, encontrei essas sugestões no site do UOL.
Sem grandes descrições, o objetivo é inspirar - e mostrar: é possível fugir do tradicional (e delicioso) carpaccio de carne crua.

Carpaccio de Rosbife ao molho de Ervas e Cogumelos do Badebec

Carpaccio de Melão com Presunto Parma, um dos pratos que compõe o bufê do almoço do restaurante Badebec, na capital paulista

Carpaccio de Goiaba do Badebec

Carpaccio de Beterraba com cebolinhas picadas do Badebec

Carpaccio de Salmão com Endro e Alecrim do Badebec

Carpaccio de Abacaxi com Hortelã e Pimenta-Rosa do Badebec

Carpaccio de Tomate ao molho de mostarda, queijo e alcaparras do Badebec

Carpaccio Tradicional, com fatias de carne crua, molho de mostarda, queijo e alcaparras do Badebec
Restaurante de SP serve versões de carpaccio para driblar o calorDo UOL, em São Paulo
De olho em comidas leves para o verão, a chef Lourdes Bottura, do restaurante Badebec, no hotel Sheraton, na capital paulista, preparou versões diferentes do tradicional Carpaccio. "Os carpaccios fazem sempre sucesso. O corte finíssimo dá a possibilidade de montagens superbacanas", conta a chef.
A origem do prato costuma ser creditada a Giuseppe Cipriani, fundador do Harry's Bar, em Veneza, na Itália. Segundo a história difundida pelo estabelecimento, a iguaria teria sido criada para uma frequentadora assídua, cuja dieta, prescrita por seu médio, deveria concentrar-se em carne crua.
O nome foi dado em referência ao pintor Vittore Cardpaccio, cujas cores vermelhas, da carne, e amarelas, da mostarda, lembravam, para Cipriani, a pintura do artista.
No Badebec, ele pode ser servido, além da versão tradicional, com beterraba e molho de ervas finas; goiaba com molho de mel; mostarda e mozarela de búfala e também na versão que leva melão e presunto cru, entre outros.
"Como são muito frescos, os carpaccios combinam bem com vários tipos de saladas. São crocantes e podem ser feitos com frutas da estação, legumes, com adição de molhos agridoces, castanhas, cogumelos etc.", explica Lourdes.
Os carpaccios estão disponíveis no bufê, que funciona no almoço a R$ 49,70, de segunda a sexta, e R$ 54,10, aos fins de semana.
Restaurante Badebec - Sheraton São Paulo WTC Hotel
Onde: Av. das Nações Unidas, 12599 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3043-9152
Sem grandes descrições, o objetivo é inspirar - e mostrar: é possível fugir do tradicional (e delicioso) carpaccio de carne crua.

Carpaccio de Rosbife ao molho de Ervas e Cogumelos do Badebec

Carpaccio de Melão com Presunto Parma, um dos pratos que compõe o bufê do almoço do restaurante Badebec, na capital paulista

Carpaccio de Goiaba do Badebec

Carpaccio de Beterraba com cebolinhas picadas do Badebec

Carpaccio de Salmão com Endro e Alecrim do Badebec

Carpaccio de Abacaxi com Hortelã e Pimenta-Rosa do Badebec

Carpaccio de Tomate ao molho de mostarda, queijo e alcaparras do Badebec

Carpaccio Tradicional, com fatias de carne crua, molho de mostarda, queijo e alcaparras do Badebec
Restaurante de SP serve versões de carpaccio para driblar o calorDo UOL, em São Paulo
De olho em comidas leves para o verão, a chef Lourdes Bottura, do restaurante Badebec, no hotel Sheraton, na capital paulista, preparou versões diferentes do tradicional Carpaccio. "Os carpaccios fazem sempre sucesso. O corte finíssimo dá a possibilidade de montagens superbacanas", conta a chef.
A origem do prato costuma ser creditada a Giuseppe Cipriani, fundador do Harry's Bar, em Veneza, na Itália. Segundo a história difundida pelo estabelecimento, a iguaria teria sido criada para uma frequentadora assídua, cuja dieta, prescrita por seu médio, deveria concentrar-se em carne crua.
O nome foi dado em referência ao pintor Vittore Cardpaccio, cujas cores vermelhas, da carne, e amarelas, da mostarda, lembravam, para Cipriani, a pintura do artista.
No Badebec, ele pode ser servido, além da versão tradicional, com beterraba e molho de ervas finas; goiaba com molho de mel; mostarda e mozarela de búfala e também na versão que leva melão e presunto cru, entre outros.
"Como são muito frescos, os carpaccios combinam bem com vários tipos de saladas. São crocantes e podem ser feitos com frutas da estação, legumes, com adição de molhos agridoces, castanhas, cogumelos etc.", explica Lourdes.
Os carpaccios estão disponíveis no bufê, que funciona no almoço a R$ 49,70, de segunda a sexta, e R$ 54,10, aos fins de semana.
Restaurante Badebec - Sheraton São Paulo WTC Hotel
Onde: Av. das Nações Unidas, 12599 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3043-9152
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Fondue - podia ter sido melhor...

Comecei pelo fondue, propriamente dito.
No supermercado, em uma de minhas seções favoritas (dos laticínios), dei de cara com o fondue (de queijo, of course) (pré)pronto da Polenghi. Achei que seria uma boa ideia e levei pra casa.

Alguns dias depois, fui atrás da panela de fondue e não podia ser mais lindo: vinho português, focaccias, grissinis, jazz, minha família e.... uma decepção! Troço ruim esse fondue (pré)pronto da Polengui. Emborrachado, sem glamour. Detestei.
Resultado: fui parar num restaurante francês com queridos...
Não recomendo. Pronto, falei.
Palmiers de açúcar com canela*

* receita publicada no site Cookieshop
Foi uma paixão fulminante.
No Pará, essa delicada combinação de massa folhada + açúcar + canela, em formato de um coração espiralado tem outro nome: orelhinhas. Talvez porque lembre mesmo!
Palmiers são especialidades francesas e nasceram na década de 30 do século passado.
Se você não tem muita prática em fazer sua própria massa folhada (a minha não ficou muito boa, confesso), compre um pacote da massa pronta.
A receita não é difícil, juro, mas leva MUITO açúcar, portanto watchout!
Eu forrei meu balcão com papel manteiga. Sobre ele espalhei açúcar (refinado) e canela. Você deita a massa folhada sobre essa camada de açúcar e canela e... espalha mais açúcar e canela sobre ela.

Dobre as bordas (como se fosse uma folha de papel) em direção ao centro da massa e dobre ao meio. Enrole esses pequenos "rolinhos" em papel filme (bem firme) e leve à geladeira por uma hora (ou ao freezer, por 20 minutos).

Retire, corte (meio centímetro cada) e leve ao forno (pré-aquecido) passa assar em assadeira polvilhada com açúcar e canela. A receita original pede 180º, mas comigo não funcionou. Elevei a temperatura para 220-240º e assou direitinho.

Aì, a questão é vigiar o forno. Quando estiver dourado de um lado (cada lado levou uns 15 minutos para assar), vire os palmiers.
Quando tirar do forno, repouse sobre papel manteiga (porque o açúcar estará derretido).
Evamos combinar? Vale fazer uma camiseta com os dizeres:
I <3 <3 <3 <3 PALMIERS
=)
O dia em que decidi fazer cupcakes*
*texto originalmente publicado no site da Revista Leal Moreira. Para ler essa versão, clique aqui.
Se você ainda não conhece minha fama, aviso logo: não sou uma boleira de mão cheia. Sequer sou boleira. A Química é uma ciência que passa ao largo de minhas receitas de bolo. As claras em neve, delicadamente incorporadas à massa e que deveriam garantir-lhe leveza... estou tentando culpar as claras, mas o problema não é com elas: o bolo não senta (como dizem cá no Norte do país), não sola... ELE DORME!
É importante que vocês saibam o tipo de relação que tenho com essas belezuras, para que entendam este post. Diariamente, tenho uma lista de blogs culinários (os ‘foodies’) pelos quais costumo passear e o assunto mais comum entre eles (dias antes do Natal) era “cupcakes”. Daí que eu resolvi me dar mais uma chance. Mais uma, em prol de um objetivo maior: pequenos bolos, para um pequeno garotinho, de cinco anos ;-)
Como este espaço aqui é o filho caçula, vocês hão de saber que – por convicção – nunca quis ter micro-ondas e batedeira (leiam aqui), mas em nome de uma receita, que li no delicioso The Cookieshop, pensei: “é, acho que está na hora de rever isso...”
Saí, em meio à confusão das compras de final de ano (leia-se, shoppings ABARROTADOS de gente), determinada a comprar uma batedeira. Não foi uma KitchenAid (ainda não). Por ser a primeira, a “investidura” foi bem mais modesta.
Antes, enfrentei uma fila absurda no supermercado, para comprar os ingredientes. Com os itens da receita comprados e a batedeira novíssima debaixo do braço, fique cheia de confiança. Pensei comigo mesma: "não tem como não dar certo". Atirei-me de cabeça nesta "aventura" e só para vocês perceberem o nívem de auto-confiança, comprei as forminhas para cupcakes, além do saco de confeiteiro e bicos de pâtisserie (me internem!).
EM TESE, não há mistérios: basta seguir a receita. Mas se tem algo que aprendi na cozinha (até para me livrar do complexo de culpa): não espere um resultado fantástico de cara. A gente erra. Tem gente que erra menos, outros – na segunda tentativa – já conseguem obter um resultado bem próximo do esperado.
Segui a receita da Cookieshop com uma precisão cirúrgica. A conclusão foi: errei em algum momento, porque a massa ficou deveras amanteigada, demorou a assar... o gosto era fantástico, mas não rolou... nem de longe, visualmente, lembrava um cupcake de confeitaria.

Vocês acham que eu me abalei? Que o fato de ter errado me intimidaria? De jeito algum! Aí eu decidi improvisar.
Quando a gente tem uma “certa intimidade” com esse universo, fica mais fácil “improvisar”. O improviso – de LONGE – ficou bem melhor. Muito, muito melhor: rendeu um cupcake de chocolate meio amargo com amêndoas e amendoim (fico devendo essa receita).
Mas a cereja do bolo foi a cobertura... Vocês não têm ideia – um marshmallow de morango, facílimo de fazer. Chorei ao final de 10 minutos de batedeira.

Aí, o resto é carinho... é uma característica do ser humano: a gente come com os olhos, logo aparência conta bastante. Já que o resultado não foi sensacional, caprichei no que dava para caprichar: forminhas roxas, marshmallow de morango e confeitos (tom sobre tom), em formato de pequenos corações.
Tendo incorporado o espírito de algum chef de pâtisserie, fiz uma segunda opção de topping (ou cobertura) para o cupcake, que me agradou mais (por ser menos doce): um brigadeiro branco (leite condensado manteiga) com duas gemas peneiradas e raspas de limão siciliano (também ficarei devendo essa receita para o próximo post). Tudo pronto para a Noite de Natal. Será que o garotinho de cinco anos ia gostar?
Ah... fiquei na dúvida: afinal quem era a criança mesmo? =)
CUPCAKES FORMIGUEIRO (The Cookieshop):
Bolo Formigueiro rende 24 cupcakes
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó
200g manteiga em temperatura ambiente
2 xícaras de açúcar
4 gemas
100g de coco ralado seco (um pacotinho)
1 xícara de leite
50g chocolate granulado (ou granulados coloridos)
4 claras batidas em neve
Para o bolo
Preaqueça o forno a 180°C. Coloque forminhas de papel em duas formas para muffins de 12 buraquinhos. Reserve.
Em uma tigela grande, peneire a farinha e o fermento. Misture Bem. Reserve
Na batedeira, bata as claras em neve. Reserve.
Bata a manteiga e o açúcar até formar um creme branco e fofo. Junte as gemas, uma a uma, batendo bem a cada adição. Junte o coco ralado e bata para misturar. Junte a mistura de farinha, alternado com o leite (farinha/leite/farinha/leite/farinha). Misture o granulado.
Tire da batedeira. Junte as claras em neve, envolvendo cuidadosamente com uma colher grande para incorporar.
Encha as forminhas com a massa até 2/3 cheias. Asse por mais ou menos 20 a 25 minutos. Um palito deve sair seco quando espetado nos bolinhos.

Cobertura de morango (marshmallow)
Cobertura Cor-de-Rosa
1 xícara de água
2 xícaras de açúcar
3 colheres de sopa de gelatina de sabor morango, cereja, framboesa, etc
2 claras batidas em neve
1 colher de chá de baunilha (não usei)
Misture muito bem a água com o açúcar e a gelatina e leve ao fogo para levantar fervura, e até que o açúcar esteja dissolvido. Adicione esta mistura lentamente às claras batidas em neve, batendo na batedeira em velocidade máxima, até obter a consistência de suspiro (levei uns 10 minutos, na Kitchen-Aid). Acrescente a baunilha e misture bem.
Na decoração desses cupcakes, usei um saco de confeitar com bico perlê bem largo, formando montinhos de cobertura, e polvilhei com açúcar cristal colorido.
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